segunda-feira, 6 de agosto de 2012

PLENITUDE DO AMOR


Desde criança aprendi amar minha família e conheci o sentimento puro que nos liga aos amigos. Um dia eu ouvi falar sobre outro tipo de amor, que causava mágoas nas decepções ou euforia na reciprocidade. Eu não tinha maturidade para captar que se pudesse amar uma pessoa desconhecida, que ela invadisse de repente o pensamento sem permissão e dentro do nosso coração fizessem uma maior bagunça nas pratileiras das emoções, sensações adversas, que do nada extraía sorrisos, mas também era fonte de lágrimas de dor, numa infinidade de sentimentos contraditórios. Causa frio na barriga, coração descompassado, tremedeira em pleno sol quente, ansiedade de estar sempre junto e insônia amorosa de saudade. Passaram-se décadas, o homem foi a lua, evoluiu a tecnologia, mas o amor parou no tempo... nada mudou...as reações de quem ama são as mesmas, no sofrer e no contentamento. O amor sempre será essa  coisa que ninguém sabe definir, mas existe dentro de nós de forma tão poderosa, que nos deixa surdos, mudos, cegos e loucos....uma insanidade que só tem cura se formos amados na mesma intensidade.. assim é que se  pode entender o que se passa  dentro do outro e buscar a fórmula para se completarem com felicidade. 
Viva  a plenitude do amor!
by Maria de Deus Oliveira
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www.alinhavandopalavras.blogspot.com

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Bem-Vindos!
Temas variados: trabalhos escolares orientados por mim e/ou assuntos que despertam a minha curiosidade, estudo e elaboro através de pesquisa. Trabalhos de outros pesquisadores. Em paralelo, a literatura, coisas que gosto de escrever, em diversos gêneros literários.

Nós os mais velhos somos os responsáveis por essa juventude que dominará no futuro nosso mundo, portanto, mãos a obra: Quem ama educa e nunca machuca!
Amar significa educar com liberdade vigiada até que o jovem possa dirigir sua vida com autonomia. É preciso aprender a valorizar o “SER”, porque as coisas se deterioram e a essência transcende. Infelizmente a vida é um enigma e nada podemos afirmar, porque se não houver vida após morte, morremos e nem saberemos quando isso acontecer, entretanto não custa nada ser bom, honesto, preservar a natureza para os nossos herdeiros, pois eles merecem viver num universo saudável como viveram nossos ancestrais.
Vivamos diariamente não como se fosse o último dia, mas com a alegria de poder viver mais um dia e conviver com as pessoas que amamos, oxigenar o corpo, ver a beleza que nos rodeia dia e noite e principalmente saborear momentos inéditos.
A vida não teria prazer se não houvesse sonhos, fantasias, crença na utopia, partilhar amor, amizade e o conhecimento que nos permite criar e apreender.
Venha participar deste espaço virtual, não como uma estrela cadente, mas como uma estrela ascendente que deseja pertencer a uma brilhante constelação de amizade e saberes que nos edifica como ser humano. Bem-vindo(a) a minha tela eclética em cultura, e você é quem decide o que deseja nos presentear.
Um abraço!
Maria de Deus Oliveira de Siqueira Alves.
http://www.ecleticoemcultura.blogspot.com/


Todas as ilustrações, exceto fotos de amigos e da minha família, (aliás, uma grande família) foram retirados do http://www.google.com.br/, pesquisa de imagens mais completa da web.

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É preciso uma porção de amor em tudo que se produz!