RELEVANTE FUNÇÃO NA SINTAXE: O PREDICADO



AUTOR: MARIA DE DEUS OLIVEIRA DE SIQUEIRA ALVES

1 - DELIMITAÇÃO DO TEMA

Este projeto de pesquisa se fundamenta na observação utilizada durante o curso de pós-graduação, da necessidade do estudo aprofundado sobre as funções sintáticas das palavras. Observamos que é essencial aos professores especializados na área e que primam pela relevância do conhecimento em sua plenitude, da Língua Portuguesa, não poder se furtar a excelência dinâmica da sintaxe, em especial o Predicado e Predicativos que são essencialmente importantes na composição de frases e orações porque contemplam o sujeito, verbo e o objeto com um sentido de valor.
2 – JUSTIFICATIVA
É preciso competência dos docentes, ao ministrarem aulas sobre este assunto que exige uma grande versatilidade e compromisso com uma construção sólida de saberes para que possa através de artífices metodológicos e recursos pedagógicos ministrar os conteúdos sintáticos de forma que haja apreensão de saber e compreensão científica por parte dos discentes.
Não se poderia fazer um estudo sobre os “Predicativos”, valor que se dá ao sujeito, ação e/ou objeto, sem se ter conhecimento filosófico sobre a axiologia, (palavra derivada de axioma que significa dignidade pelos escolásticos e Vico.) denominada como a “Teoria dos valores” para evidenciar o enunciado declarativo que Aristóteles chamava de apofânico, (negação) e de princípio, por Santo Tomas de Aquino, e os estóicos (apud/ABBAGNANO, 2003). Existem valores que são considerados universalmente positivos, como a vida, liberdade, dignidade, amor, solidariedade etc. Outros têm valores relativos às necessidades imediatas do ser humano, ou da sociedade, como exemplo: alimentação, trabalho, prestígio, produtividade, lazer etc. Em ambos, é na concretude do contexto que elas têm significados que variam de pessoa para pessoa ou de sociedade para sociedade. A abordagem axiológica em educação focaliza como tema principal, o comportamento ético-moral do educador.
Pautado no estudo filosófico da educação no texto da LDB/96, Título II, 2º parágrafo, extraído de Cury (2002). Dos princípios e fins da Educação nacional – Art. 2º: A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Esses são os conceitos, dos Princípios, em que se baseia a Lei da de Diretrizes e bases para a Educação: Liberdade, solidariedade, cidadania e trabalho que colocaram acima dos demais, atribuindo-lhe um significado, no sentido positivo, que denomina-se de valorar.
O valor é uma atribuição dada por um sujeito a um significado (positivo ou negativo). Existem várias categorias de valores, como: valores morais, do bem e do mal; valores lógicos, do verdadeiro ou falso; valores sociais, justiça e injustiça, valores vitais, repouso e atividade; valores religiosos, sagrados ou profanos etc. Quantos aos valores relacionados às necessidades humanas, podemos classifica-los como: Valores éticos, que atendem as necessidades de convivência: responsabilidade, honestidade, lealdade, solidariedade Valores de lógicos, atendem às necessidades de inteligibilidade: coerência, ordenamento, seqüência etc; Valores estéticos, atendem as necessidades de criar e/ou admirar o belo natural ou produzido: a arte, a harmonia, o pôr-do-sol, o canto dos pássaros, o amanhecer e o horrível, uma erupção vulcânica, incêndio, enchente, furacão; Valores religiosos, que atendem as necessidades de relacionamento com transcendência: sacralidade, pecado, perdão, caridade, humildade etc; Valores sociais, atendem às necessidades na inserção no grupo social: amizade, educação, cultura, urbanidade, trabalho, cidadania, autonomia etc. Valores vitais, atendem as necessidades somáticas: o alimento, higiene pessoal, do meio ambiente e outros.
O educador tem por obrigação de conhecer, praticar e levar o educando a refletir sobre a necessidade da prática dos bons valores e negar os maus, não só no dia-a-dia escolar, mas no cotidiano da vida, porque o conhecimento desses conceitos fazem parte da formação integral. Qualquer cidadão deve saber conceituar, valorar e também fazer o paralelo do que é benéfico ou maléfico, compreendendo o sentido que os bons princípios representam na vivência dentro a sociedade. O bom mestre, é àquele que serve como espelho e reflete com propriedade o que é compromisso, responsabilidade, respeito etc, servindo como grande exemplo, buscando abstrair dos alunos o desejo de viver com justiça, moralidade e dignidade, porque a educação é uma prática social histórica e ninguém pode ficar isento dela, se quer partilhar de uma comunidade, grupo social ou do mundo é preciso saber respeitar a hierarquia e as situações concretas na inter-relação homem-homem e homem-mundo.
Daí a importância do estudo dos predicados. Uma forma interdisciplinar de se transmitir conhecimentos integrados o nível social, educacional, disciplinar e a tarefa mais apropriada para a atualidade, a humanização.
3 - OBJETIVOS
Objetivo geral: Apreender a função sintática dos predicados e predicativos aliados à interdisciplinaridade da educação social e humanista.
Objetivos específicos: Estimular o conhecimento e aprendizagem da análise sintática. Conhecer as funções do predicado.
Aprender todas as formas de predicativo.
Socializar o conhecimento sintático do valor de predicado aliado aos valores dos princípios morais e éticos.
4 - METODOLOGIA
A pesquisa pela sua extensão sintaxe gramatical, será delimitada ao estudo sumário dos predicados e suas funções sintáticas por meio de investigação bibliográfica etnográfica qualitativa, utilizando-se todos os recursos de fontes primárias e secundárias.
5 - TEORIAS
Como sempre as Ciências Exatas empresta para área das Humanas as suas terminologias, nesse caso O PREDICADO, vem da teoria matemática que denomina de predicativo a uma teoria que exclui por princípio as definições impredicativas ou o cálculo proposicional baseado nessa exclusão e como paradoxo de antinomias, são chamadas as contradições propiciadas pelo uso da noção absoluta de todos em matemática,conhecidas na Antigüidade porque fizeram parte dos raciocínios insolúveis ou conversíveis de que se compraziam megários e estóicos e que também chamavam de “dilemas”. Conforme Sacconi (1996, p. 540), s.m (o): 1. Qualidade acidental exigida de pessoa ou coisa para ser tida como válida ou verdadeira. 2 . Em gramática, tudo aquilo que se atribui ao sujeito. (predicação: substantivo feminino). Predicativo (idem) adj. E s. m. (o) Que ou termo nominal que se liga logicamente ao sujeito ou ao objeto, indicando-lhe qualidade, estado ou condição, ou seja, tudo aquilo que modifica o “ser” e as coisas.
Predicativo é derivado da palavra predicado. Para a lógica Aristotélica a preposição consiste em dois termos essenciais: afirmar ou negar algo de alguma coisa ou de pessoas: Ex: Platão é branco. Branco é o predicado do sujeito. O predicado pode ser próprio. Quando nascemos recebemos de batismo um nome e sobrenome que vai nos identificar, José, João, Maria e etc, ou simplesmente acidental, como os apelidos que fazem alusão a deformidades, qualidades, sobrenomes, qualificação, patentes etc.
Na lógica contemporânea, com a crise da concepção predicativa da proposição, segundo a qual a proposição consiste na atribuição de um predicado a um sujeito, o termo predicado passou a ter uso oscilante. Russel (apud/ABBAGNANO/2003. p, 510), dá o nome de predicado às funções proporcionais de primeira ordem, que contêm somente variáveis individuais substituíveis apenas por nome próprio que denotam indivíduos. No uso clássico, entende-se propriamente por predicado o functor de uma proposição funcional qualquer com uma ou mais variáveis. Analogicamente, mas, com maior precisão, usa o predicado para indicar o símbolo de propriedades ou relação atribuídas a indivíduos e o predicativo numa definição que não poderia ter sentido se usada como exclusão.
Predicado é tudo aquilo que se informa sobre o sujeito e é estruturado em torno de um verbo. Ele sempre concorda em número e pessoa com o sujeito. Quando é um caso de oração sem sujeito, o verbo do predicado fica na forma impessoal, 3ª pessoa do singular. O núcleo do predicado pode ser um verbo significativo, um nome e/ou ambos. Os tipos de predicado podem ser: Verbal, Nominal e Verbo-nominal.
1 - O Predicado verbal é aquele que tem como núcleo um verbo significativo, nocional que traz uma idéia nova ao sujeito (transitivo ou intransitivo), ou seja, a palavra mais importante, da frase, isso é o destaque, ex: Presidente anuncia renúncia. Anuncia é o núcleo, o verbo significativo é o nocional. O verbo significativo pode ser: transitivo direto (VTD), transitivo indireto (VTI), transitivo direto e indireto (VTDI) ou intransitivo (VI).Ex.: Paulo comprou muitas camisas. (VT). Paulo gosta de camisas. (VTI). O diretor prefere melhores condições de trabalho a aumento de salário. (VTDI). O diretor viajou. (VI).
2 - Predicado nominal é aquele cujo núcleo é um nome (predicativo). O verbo não é significativo, funcionando apenas como ligação entre o sujeito e o predicativo. O significativo nesse momento é o nome. Ex.: Eles são bonitos. Núcleo: bonitos (predicativo).
3 - O Predicado verbo-nominal possui dois núcleos: um verbo significativo e um predicativo do sujeito ou do objeto. Ex: O juiz julgou o réu culpado. Núcleos: julgou - verbo significativo culpado- predicativo do objeto (o réu).
Na classificação gramatical do predicado, o Predicado Nominal, é aquele que tem núcleo que geralmente indica “estado” ou “qualidade” do sujeito. É formado por verbo de ligação mais o predicativo do sujeito. Verbo de ligação (VL): Predicado nominal. Função do VL: Liga o sujeito ao predicado e não é significativo.
Predicado Verbal: É aquele que tem núcleo um verbo que geralmente expressa a idéia de ação. Apresenta sempre um verbo significativo. Verbo transitivo direto (VTD), indireto (VTI, direto e indireto (VTDI) e verbo intransitivo: Predicado (verbo nominal também). Os verbos são significativos ou nocionais (ação).
Predicado verbo-nominal: É aquele que tem dos núcleos que indica ação e um nome que indica qualidade ou um estado do sujeito ou do objeto. É formado por um verbo significativo mais um predicado ou do objeto. VTD, VTI, VTDI, VI: Ação + Estado. O predicado verbo-nominal com predicativo do sujeito: O homem comia o sanduíche satisfeito; O predicado verbo-nominal com o predicativo do objeto: Eu acho Maria sincera.
Há uma observação: O predicativo do objeto ocorre somente com os seguintes verbos: achar, acusar, eleger, imaginar, julgar, tornar, considerar, encontrar (apelidar, nomear) e sinônimos. Podemos antepor o predicativo a ser objeto. Quando houver verbo de ligação, o predicado será necessariamente nominal e quando houver predicativo do objeto, o predicado será verbo-nominal sempre. É relevante o estudo dos tipos de verbos transitivos, intransitivos e de ligação, para se classificar o predicado, sem esse conhecimento será muito difícil identifica-lo.
Existe três tipos de Predicados: Verbal, quando o núcleo é um verbo significativo, nocional que traz uma nova idéia para o sujeito, através de um verbo transitivo ou intransitivo; Nominal, quando o núcleo do predicado é um nome (predicativo) e o verbo não é o significativo, funcionando apenas como um elo de ligação entre o sujeito e o predicativo e o Verbo-Nominal que contém dois núcleos: verbo significativo e um predicativo.
É preciso observar que quando houver um verbo de ligação o predicado será necessariamente nominal e quando houver predicativo do objeto, o predicado será sempre verbo-nominal. Nesse caso também para se classificar o predicado é indispensável o estudo dos três tipos de verbos: transitivos, intransitivos e os de ligação.
Na análise morfológica de frase ou oração, o termo predicado, é substituído por “adjetivo”, ou locução adjetiva, quando precedido por preposição. Assim como o predicado, o adjetivo é a palavra que modifica o sujeito, por esse motivo temos que conhecer todas as funções sintáticas para podermos situar os predicados e os predicativos dentro dos textos:
4 – Funções Sintáticas
4.1.
Frase, oração e período
4.2.
Sujeito
4.2.1.
Tipos de sujeito
4.3.
Predicado
4.3.1.
Verbos
4.3.2.
Predicado nominal
4.3.3.
Predicado verbal
4.3.4.
Predicado verbo-nominal 4.4. Predicativo
4.5.
Complementos verbais
4.5.1.
Objeto direto
4.5.2.
Objeto indireto
4.5.3.
Objeto representado por pronome oblíquo
4.5.4.
Objeto pleonástico
4.6.
Agente da passiva
4.7.
Complemento nominal
4.8.
Adjunto adnominal
4.9.
CN X Adj. adnominal
4.10.
Adjunto adverbial
4.11.
Aposto ,
4.12.
Vocativo
4.5.4.
Objeto pleonástico
4.6.
Agente da passiva
4.7.
Complemento nominal
4.8.
Adjunto adnominal
4.9.
CN X Adj. adnominal
4.10.
Adjunto adverbial
4.11.
Aposto ,
4.12.
Vocativo
O silogismo que na sua palavra de origem enquanto Platão era cálculo e empregada para o raciocínio em geral, para era em Aristóteles foi adotada para elaborar o raciocínio dedutivo para definir o discurso de caráter imediato, do fato de ser a contrapartida lógico lingüística do conceito metafísico de substância que em virtude disso, a relação entre duas determinações de uma coisa é necessariamente sua substância, como por exemplo, para decidir se o homem tem uma determinação “mortal”, só pode se levar em consideração a substância do homem (aquilo que o homem não pode não ser e raciocinar da seguinte maneira: “todos animais são mortais; todos os homens são animais; logo todos os homens são mortais; isso significa que o homem é mortal porque é um animal. A animalidade é a causa ou a razão de ser da sua mortalidade. Nesse sentido, diz-se que a “noção” animal desempenha a função do termo médio do silogismo. Obviamente que o termo médio é indispensável no silogismo, porque representa a substância , ou a alusão a substância e somente ela possibilita a conclusão Portanto o silogismo tem três termos a saber: sujeito, predicado e o termo médio mas é a função dele que determina as diferentes figuras do silogismo, chamado de premissa. Aristóteles além das figuras distinguiu várias espécies de silogismo. Ele é por definição uma dedução necessária, portanto sua forma primária e privilegiada e necessária que o filósofo chama também de demonstrativo, ou científico ou silogismo universal. O fundamento aristotélico do silogismo é a teoria da estrutura da substância necessária ao ser que garante a ligação entre as determinações do ser. A necessidade dessa ligação é expressa na universalidade da predicação que serve de base para o silogismo perfeito, que segundo Aristóteles, dizer que uma coisa está contida na totalidade de outra coisa é o mesmo que dizer que um termo é predicado por todas as coisas que existe no outro termo.
Nesse sentido trará à tona os também os chamados Juízos: de Valor e de Realidade, que é uma operação intelectual que consiste em saber fazer a relação entre idéias, conceitos e fatos e que a todo momento, estamos emitindo: O vestido é bonito. Marta agiu errado. São juízos de valor, pois estamos atribuindo um significado positivo ou negativo a algo. A televisão caiu da mesa. Maria bateu a porta. São Juízos de realidade, afirmando e negando algo, mas é preciso frisar que muitas vezes a negação também pode ser uma afirmativa, na existência factual de algo.
Dois conceitos básicos e preponderantes na questão axiológica: A Ética, que é a parte filosófica dos fundamentos morais pertinentes ao agir humano, consciente, livre e responsável e A MORAL, que se refere ao conjunto de costumes e normas que regem o comportamento humano de um grupo social e em dado momento dessa sociedade. Há um significado e abrangências para as palavras, Ética e Moral, que normalmente são confundidas como sinônimo, entretanto a Ética está ligada a própria consciência do “ser”, uma postura virtuosa assumida pela verdade. Essa práxis do bem comum universal é totalmente independente da interferência do meio. A Moral, diz respeito às leis, direitos e deveres sociais a que está submetido o homem e quando esse descumpre algum tipo de paradigma do seu meio, sofre sansões e repreensões, já pré-estabelecidas, e devidamente especificada, por cada norma ditada pela sociedade, em dado momento histórico. O ético e o moral, se impõe por si mesmo e não é preciso argumentos racionais nem discurso reflexivo para ponderar, mas força e virtude para explica-los, como relata Paviani em 1988,
Não é a ausência de um código de ética que nos impede de refletir sobre o comportamento ético do professor. Ao contrário, até o exame da raiz morfológica e da origem semântica dos termos profissão e professor dizem a mesma coisa: Isto é, o professor enquanto é aquele que professa, também, neste exato sentido, o profissional por excelência. Por isso, o professor como profissional da educação não apenas acrescenta às suas atividades técnicas e científicas uma dimensão ética, mas realiza uma atividade essencialmente ética. Sua ação como educador expressa uma escolha que influencia o comportamento do estudante (apud/PELOSI, p. 59)
Daí porque a reflexão crítica e radical do comportamento ético-moral na práxis pedagógica do professor torna-se fundamental, já que a educação é constituída como uma prática social, envolvendo atos que consubstanciam o procedimento moral e que podem e devem ser examinados e postos em vigência sob o ponto de vista ético-profissional, para influenciar e ter como retorno gratificante, um comportamento ético/ moral do educando, porque os conflitos não se apresentam nos postulados científicos, mas sim na ação e convivência diária da sala ou fora dela, que devem ser contornados e bem orientados, porque a educação moral é o objetivo mais perseguido pela escola e a sociedade.
Cabe ao professor demonstrar um bom relacionamento com os alunos, colegas, escola e seus administradores. Ensinar educação moral como uma das metas da escola, ele deve ser totalmente imparcial. Tomar decisões, escolhas, o tráfego de influências, controles de comportamento através da ética, sem discriminação ou privilégios. É uma tarefa delicada, porque apesar de mexer com emocional humano, mas que se deve deixar a razão prevalecer, porque incidirá como um bom exemplo para criar de maneira saudável, uma mentalidade moral e ética, nos que ainda de certa forma, estão aprendendo a avaliar o que é certo e errado para a sua formação pessoal buscando bons predicados para a sua existência.
REFERÊNCIAS
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. SP: Martins Fontes, 2003.
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 37 ed. RJ: Lucerna, 2004.
SACCONI, Luiz Antonio. Minidicionário Sacoconi da Língua Portuguesa. 6ª. SP: Atual, 1999.
BRASIL, Secretaria de Educação. Médio. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC, 1997.
Facci, Maria Gonçalves Dias. Valorização ou esvaziamento do trabalho do professor? Um estudo crítico-comparativo da teoria do professor reflexivo, co cosntrutivismo e da psicologia vigotskiana. Campinas. Autores Associados, 2004.
HUSSEL, Henrique. D., Caminhos da libertação Latino-Americana. (volume IV: Interpretação Ético-Teologica) SP: Paulinas, 1985.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 12ª. SP: Ática, 1999.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. 46ª ed. SP:Nacional, 2005.
LAMPREIA, j. Martins. Técnicas de comunicação: publicidade, propaganda e relações públicas. Portugal: Publicações Europa-América, 1988.
MORIN, Edgar. Sociologia – A Sociologia do Microssocial ao Macroplanetário, Lisboa: Europa-América, 1998.
GAARDER, Josttein. O mundo de Sofia: Romance da História da Filosofia. SP: Cia das Letras, 2001.
PEUKERT, Helmunt. Crítica Filosófica da Modernidade. 6ª ed.,
Concillum, Petrópolis. 1992.
WEBER, Max. Sobre algumas categorias da sociologia compreensiva. Em Metodologia das Ciências Sociais (parte 2) SP: Editora da Unicamp, 1995.
Em caso de dúvidas, VER morfologia/classes de palavras/verbos e sintaxe/termos ligados ao nome/predicativo.
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